quarta-feira, 19 de junho de 2013

CURIOSIDADE: COMO O MILHO VIRA PIPOCA?



A "explosão" de um grão de milho quando aquecido é o resultado da combinação de 3 características:
1. O interior do grão (endosperma) contém, além do amido, cerca de 14% de água.
2. O endosperma é um excelente condutor de calor.
3. O exterior do grão (pericarpo) apresenta grande resistência mecânica e raramente possui falhas (fendas).
Quando o milho é aquecido intensamente, a água no endosperma sofre vaporização, criando uma grande pressão de vapor dentro do grão. O pericarpo funciona como uma panela de pressão, evitando a saída do vapor de água até que uma certa pressão limite seja atingida. Neste ponto, ocorrem duas coisas: o grão explode, com o seu som característico (pop!) e o amido do endosperma incha abruptamente, criando aquela textura macia.
 
Agora comer pipoca ficou ainda melhor. Bom apetite!

terça-feira, 18 de junho de 2013

A RESPIRAÇÃO DURANTE O EXERCÍCIO FÍSICO


A respiração adequada é um dos itens chave para o bom desempenho de qualquer atividade física. Muitas vezes, porém, nos distraímos e nem percebemos o quanto atrapalhamos o nosso próprio rendimento com a respiração incorreta. Mas antes de entrar nesse assunto é necessário entendermos como a respiração funciona.
Quando ouvimos a palavra respiração, imediatamente a associamos com a troca de gases que ocorre no interior dos alvéolos pulmonares, em muitos animais terrestres, ou nas brânquias, em animais aquáticos: o gás oxigênio passa do ar atmosférico ou da água para o sangue, enquanto o gás carbônico realiza o movimento contrário. Essa troca de gases, que não ocorre apenas nos animais, mas também em vegetais e em muitos microrganismos, é, no entanto, apenas o início (e também o fim) de um processo por meio do qual se obtém energia e que ocorre no interior das células da maioria dos seres vivos: a respiração celular.Ela constitui-se de uma série de reações químicas distribuídas em três etapas: glicólise, ciclo de Krebs e fosforilação oxidativa. 

Glicólise

Esta primeira etapa, cujo nome significa quebra da glicose (do grego: glykýs, açúcar e lýsis, quebra), ocorre no citoplasma das células. Para que ela ocorra há um gasto inicial de energia (duas moléculas de ATP são consumidas), mas que será reposto, já que, ao final dessa primeira etapa, o resultado é a formação de duas moléculas de ácido pirúvico e 4 moléculas de ATP, havendo, portanto, um saldo energético de 2 ATP.
Além disso, também ocorre a liberação de elétrons energizados e íons H+, que são capturados por moléculas de uma substância aceptora de elétrons chamada NAD+ (Nicotinamide Adenine Dinucleotide), formando duas moléculas de NADH.
O ácido pirúvico passa, então, ao interior das mitocôndrias, organelas celulares onde ocorrem as etapas seguintes.

Ciclo de Krebs

Na matriz mitocondrial (solução aquosa no interior das mitocôndrias) o ácido pirúvico reage com uma substância chamada coenzima A, dando origem a duas moléculas de gás carbônico e duas de acetilcoenzima A. Esta substância é totalmente degradada numa série de reações denominadas pelo nome genérico de ciclo de Krebs e que têm, como produtos, mais quatro moléculas de gás carbônico, além de elétrons energizados e íons H+, que serão capturados por NAD+ e por um outro aceptor de elétrons e de hidrogênio chamado FAD (Flavine Adenine Dinucleotide), originando moléculas de NADH e FADH2. Durante esse processo, formam-se também duas moléculas de GTP (Guanosine triphosphate - muito semelhante ao ATP).

Fosforilação oxidativa

As moléculas de NADH e FADH2 provenientes do ciclo de Krebs liberam os elétrons energizados e os íons H+. Os elétrons assim liberados - e também aqueles provenientes da glicólise - passam por uma série de proteínas transportadoras (citocromos e quinonas) presentes nas membranas internas da mitocôndria.
A essa série de proteínas dá-se o nome de cadeia respiratória e, durante a passagem através dela, os elétrons perdem energia que é, então, armazenada em moléculas de ATP. Ao final da cadeia respiratória, os elétrons menos energizados e os íons H+ combinam-se com átomos provenientes do gás oxigênio, formando seis moléculas de água. Fosforilação oxidativa é a reação em que se formam as moléculas de ATP (26 no máximo) com a energia liberada pelos elétrons durante sua passagem pela cadeia respiratória, tendo o gás oxigênio ao final dela. Embora o gás oxigênio só participe da fosforilação oxidativa, na sua ausência também não acontece o ciclo de Krebs, razão pela qual dizemos que essas são etapas aeróbicas da respiração celular, enquanto a glicólise é uma etapa anaeróbica. Na ausência desse gás, alguns organismos realizam a fermentação, onde a quebra da glicose forma duas moléculas de ATP e ácido pirúvico, que é transformado em ácido lático ou etanol, dependendo do organismo.

Bem agora voltando a respiração durante o exercício, é importante lembrar que o objetivo da respiração é fornecer oxigênio a todos os tecidos do organismo, e também remover o dióxido de carbono, resultante do metabolismo celular. Os dois gases representam papéis fundamentais nos processos de contração e relaxamento muscular. A inspiração (trazida de ar para dentro do corpo) deve ser feita sempre pelo nariz, a única via capaz de filtrar o ar. Na prática de atividades físicas, para um fluxo de ar mais eficiente, a expiração (soltar o ar) é feita pela boca.


Independente da atividade praticada, é muito importante evitar a apnéia (segurar o ar)! Além dessa “prática” limitar a amplitude muscular, pode causar uma elevação substancial da pressão arterial e causar tontura. Por isso tome bastante cuidado e respire direito!


Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/disciplinas/biologia/respiracao-celular-glicolise-ciclo-de-krebs-e-fosforilacao-oxidativa.htm> Acesso em 18 de junho de 2013.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

EXERCÍCIOS FÍSICOS




Facilidades do mundo moderno, stress, alimentação inadequada, falta de tempo e disposição. Todos esses fatores aliados a muitos outros induzem a um elevado grau de sedentarismo e ao desinteresse pela prática de exercícios físicos, o que compromete nossa saúde e bem-estar. Manter o organismo saudável hoje, prepará-lo para enfrentar a terceira idade com qualidade de vida e prevenir doenças está sempre entre os anseios de todos. É nessa hora que entra em cena a atividade física.
 
Para qualquer que seja a doença existe um exercício que ajuda em seu tratamento e prevenção. É exatamente desse assunto que trata o livro "O Exercício como Terapia na Prática Médica", lançado recentemente. Segundo o especialista em medicina esportiva e um dos organizadores do livro, Mauro Vaisberg, adotar uma alimentação balanceada ou evitar hábitos nocivos não são medidas suficientes para prevenir certas doenças, sendo necessário incluir na rotina, a prática de exercícios. "Mas assim como para cada doença, para cada pessoa existe uma indicação diversificada de atividade física", ressalta.

Para prevenir doenças do coração, por exemplo, ele recomenda a prática de exercícios aeróbicos. No tratamento e prevenção de diabetes, essas atividades não bastam. É preciso fazer também musculação, com pesos leves que variam de 1 a 2,5kg. Contra distúrbios reumatológicos, Vaisberg garante que um trabalho de relaxamento e meditação antes de fazer os exercícios auxilia o paciente. Já a artrose, seja no joelho ou no quadril, melhora quando a pessoa ganha massa muscular. Para isso, recomenda-se a prática de exercícios aeróbicos e um reforço muscular, conseguido quando se pedala sem carga.
 
 "Todo exercício, quando bem aplicado e no tempo certo, traz benefícios à saúde", o que é bom para tudo é o bom senso. Ter consciência de que deve praticar exercícios, mas na medida certa e sem exageros. E então, tá esperando o que pra se exercitar? 

Disponível em: <http://www.minhavida.com.br/fitness/materias/455-a-importancia-dos-exercicios-fisicos>
A IMPORTÂNCIA DOS EXERCÍCIOS FÍSICOS




QUANTAS VEZES VOCÊ MASTIGA ANTES DE ENGOLIR?



Já parou para contar quantas vezes você mastiga os alimentos antes de engoli-lo? Sabia que o ideal é que se mastigue pelo menos 30 vezes antes de engolir os alimentos? Na mastigação ocorre a quebra e a trituração, em pedaços menores dos alimentos ingeridos. As enzimas digestivas (presentes na saliva) ajudam produzir moléculas cada vez menores, que serão, por sua vez, mas facilmente aproveitadas pelo organismo. Qualquer que seja o alimento, a mastigação sempre auxilia no processo digestivo, evitando transtornos tão frequentes, como azia, má digestão etc. Portanto, é fundamental cuidarmos da função da mastigação. 

É de extrema importância cultivar o hábito de mastigação, ela nos traz alguns benefícios:
  • Facilita a digestão - o alimento é quebrado e triturado com mais eficiência;
  • Gera um esvaziamento mais rápido do estômago;
  • Controla a quantidade de alimentos ingeridos na refeição – Lembre-se: comendo devagar, provavelmente você não repetirá o prato;
  • Reduz a ansiedade de pessoas que tem propensão a comer compulsivamente certos alimentos.
  • Dá tempo ao seu corpo de sentir-se satisfeito;
  • Aumenta a absorção e aproveitamento dos nutrientes;
  • Torna a refeição uma fonte de prazer, pois o sabor dos alimentos é melhor percebido.
Portanto, cuidado! Quando não se mastiga bem os alimentos:
  • Dá mais trabalho para o estômago, uma vez que este irá receber alimentos não adequadamente triturados:
  • Ocorrem alterações dentárias e problema na arcada dentária –Lembre-se, a visita regular ao seu dentista também faz parte da sua boa digestão, caso seja necessário, a participação do fonoaudiólogo também contribui para uma mastigação saudável;
  • Surge empachamento, náuseas, gases abdominais, refluxo, gastrite,além de outros distúrbios gerais,outros como indisposição, sonolência, irritabilidade e falta de concentração. 
O fato é: Não existe número adequado e sim mastigação adequada!


terça-feira, 11 de junho de 2013

GORDURAS NA ALIMENTAÇÃO





OS BENEFÍCIOS DO ÔMEGA 3



O ômega 3 é uma gordura, um ácido graxo poliinsaturado, que é essencial à saúde humana. Como não é produzida pelo organismo, precisa ser ingerida através da alimentação. É um potente antioxidante. Nos últimos anos, estudos científicos têm comprovado que dietas com boas quantidades de ômega 3 desempenham papel importante na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares e aterosclerótica (ex: redução de LDL colesterol e triglicerídeos e aumento do HDL colesterol), doenças inflamatórias (ex: obesidade), auxiliam no crescimento e desenvolvimento fetal e neural, além de diminuir a vasoconstricção e agregação plaquetária, possuir ação anti-inflamatória e anti-trombótica, ajudar a prevenir a depressão, a psoríase e atuar no sistema imune.

Baixas concentrações aceleram o processo de envelhecimento e aumentam a probabilidade de desenvolvimento de várias doenças degenerativas e cardiovasculares.

Os alimentos mais ricos em ômega 3 são os peixes de águas profundas, como salmão, arenque, atum e sardinha. São também boas fontes: chia, linhaça (óleo, semente e farinha), vegetais verde escuros (couve, espinafre e rúcula), castanha do Brasil e nozes e, em menores quantidades, o óleo de soja e o de canola.


Disponível em <http://globoesporte.globo.com/eu-atleta/noticia/2012/07/os-beneficios-do-omega-3-na-nutricao.html> Acesso em 11 de junho de 2013.